sábado, 23 de fevereiro de 2008
Imaginem
um lugar tranqüilo, onde imperasse o mais absoluto silêncio, onde se poderia ouvir
o palpitar do coração e o sopro da respiração se nele houvesse pessoas.
Imaginem
um lugar onde a paz reinasse entre as pessoas, onde não houvesse guerras, onde
não se matasse por tão pouco, onde não houvesse violência, dor ou tristeza.
Imaginem
um lugar onde a esperança reinasse nos corações, onde houvesse a certeza de que
o amanhã será melhor, de que a vida nos reserva boas surpresas, a certeza da
felicidade.
Imaginem
um lugar onde as crianças pudessem brincar livres, inocentes, onde as crianças
tivessem direito à educação, ao conhecimento, onde as crianças fossem amadas e
jamais maltratadas, onde a criança pudesse ser criança, com toda a leveza
própria da infância.
Imaginem
um lugar onde a justiça imperasse. Não esta justiça dos homens, que muitas vezes
vê apenas um lado da história, que vê apenas um ângulo da situação, não conhece
a profundidade e a complexidade de todos os aspectos de determinada situação e
toma decisões equivocadas e nem sempre justas aos olhos de Deus.
Imaginem
um lugar onde a felicidade fosse a bandeira estampada nos lares e nos rostos de
todos os seus habitantes, onde a alegria viesse de dentro, onde todas as
pessoas pudessem estar em paz consigo mesmas, em paz com sua consciência.
Imaginem
um lugar onde a morte não existisse, onde o sofrimento fosse uma lembrança tão
distante que aparecesse somente como um alerta para continuar vivendo em paz.
E
este lugar existirá dentro de nós, a partir do momento em que conseguirmos nos
libertar das amarras que nos prendem à matéria densa e primitiva, a partir do
momento em que conseguirmos amar verdadeiramente o nosso próximo, a partir do
momento em que conseguirmos enxergar as
pessoas como nossos verdadeiros irmãos, filhos de um mesmo Pai, que nos ama, que
não nos desampara e que só quer o nosso bem.
Um
abraço do amigo e irmão de sempre,
Ulisses
Assinar:
Postar comentários (Atom)
Postar um comentário