Houve
um tempo em que o homem matava para viver. Matava por sobrevivência, matava
para se defender, matava para comer.
Com
o passar dos anos, o homem deixou de ser tão primitivo em seus hábitos,
incorporou hábitos da vida em sociedade ao seu cotidiano e passou a cultivar e
a criar a sua própria comida.
Houve
um tempo em que o homem matava em nome de Deus. Em que alguns homens se
julgavam melhores do que os outros, em que uma crença se julgava superior a
todas as outras.
Mas
a verdade veio à tona com o passar dos anos e homens deixaram de ser condenados
à fogueira por acreditarem em algo que não podiam provar ou que não tinham a
chance de demonstrar aos incrédulos.
Houve
um tempo em que não havia luz artificial. Que a única fonte de luz conhecida
era a luz do sol.
Mas
o homem descobriu o fogo e pôde com ele iluminar a escuridão das noites. E
depois descobriu a eletricidade que nos proporciona todo o conforto que temos
hoje.
Houve
um tempo em que algumas doenças matavam em questão de dias toda uma população,
dizimando milhares de pessoas sem que houvesse cura conhecida ou forma de
conter esse massacre.
Mas
ao tempo certo, foi dada ao homem a condição de fazer as descobertas e
pesquisas necessárias para a cura e a erradicação de muitas doenças.
Houve
um tempo em que não havia automóveis. Em que as pessoas percorriam milhares e
milhares de quilômetros a pé ou sobre o lombo de animais e demoravam dias e
dias para chegar aos seus destinos.
Mas a invenção de carros, trens,
aviões e até mesmo foguetes espaciais permitiram ao homem vencer distancias
nunca antes imaginadas, vencer barreiras em questão de segundos, de minutos.
A
humanidade está em constante evolução. Nada está parado. Tudo está em movimento
e em progressiva evolução. Muito já se conquistou no campo intelectual e até
mesmo moral, mas muito ainda há que se fazer para que o nosso Planeta se torne
um mundo mais evoluído.
Boa
noite a todos.
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