A todo momento, necessitados do corpo e do espírito cruzam o nosso caminho.
Crianças inocentes que da vida nada receberam senão a miséria e maus tratos.
Idosos de rosto cansado, abandonados à própria sorte, solitários, de rosto sofrido e mãos calejadas pelo tempo.
Mulheres perdidas na vida, sem amor próprio, desprovidos de um lar e de dignidade.
Meninos e meninas mal saídos da infância, perdidos pelas veredas sombrias do mundo do crime e das drogas, crianças sem direito à educação mínima, sem um lar, sem família.
Muitas são as mazelas com as quais nos deparamos diariamente. Um verdadeiro cenário dantesco se desenha diante de nossos olhos, nas ruas, nos noticiários, e às vezes até dentro de nossos lares.
Brigas, discussões, falta de respeito, de compreensão com nossos próprios familiares, com colegas de trabalho, com vizinhos... Críticas impensadas, injúrias, inveja, destruição... por que o ser humano se degladia com tanta freqüência, comprometendo a sua paz, a sua saúde, o seu equilíbrio? Por que tanta incompreensão, se somos todos irmãos, filhos de um mesmo Pai?
Há tantas coisas que não sabemos, há tanto a aprender, a refletir...
Mesmo conosco, temos nossas brigas íntimas, nossas batalhas interiores, nossos conflitos de consciência. Se não estamos, muitas vezes, em paz conosco mesmo, como podemos conquistar a paz com o nosso próximo? Se temos dificuldade em estar em paz, em harmonia com nosso próximo mais próximo, que é a nossa família, como queremos ser dignos de nos sentarmos ao lado do Pai?
Lembrem-se de que somos seres milenares, que já tivemos milhares de vidas, infinitas quedas e ascensões em milhares de reencarnações. O esquecimento do passado não nos permite saber o que somos, o que fomos, os nossos erros e os compromissos assumidos.
Mas pensem que se o Pai coloca um necessitado em seu caminho, não é por acaso. Pensem duas vezes antes de virar as costas a quem cruzar o seu caminho. Façam todo o bem que forem capazes, busquem a prática da caridade e procurem melhorar a cada dia.
Tenham ao menos um pensamento de piedade e de amor, se não forem capazes de estender a mão, ao invés de julgar e criticar.
Para que possamos não estar apenas entre os chamados e sim, entre os escolhidos, por merecimento a estar ao lado do Pai Criador.
Crianças inocentes que da vida nada receberam senão a miséria e maus tratos.
Idosos de rosto cansado, abandonados à própria sorte, solitários, de rosto sofrido e mãos calejadas pelo tempo.
Mulheres perdidas na vida, sem amor próprio, desprovidos de um lar e de dignidade.
Meninos e meninas mal saídos da infância, perdidos pelas veredas sombrias do mundo do crime e das drogas, crianças sem direito à educação mínima, sem um lar, sem família.
Muitas são as mazelas com as quais nos deparamos diariamente. Um verdadeiro cenário dantesco se desenha diante de nossos olhos, nas ruas, nos noticiários, e às vezes até dentro de nossos lares.
Brigas, discussões, falta de respeito, de compreensão com nossos próprios familiares, com colegas de trabalho, com vizinhos... Críticas impensadas, injúrias, inveja, destruição... por que o ser humano se degladia com tanta freqüência, comprometendo a sua paz, a sua saúde, o seu equilíbrio? Por que tanta incompreensão, se somos todos irmãos, filhos de um mesmo Pai?
Há tantas coisas que não sabemos, há tanto a aprender, a refletir...
Mesmo conosco, temos nossas brigas íntimas, nossas batalhas interiores, nossos conflitos de consciência. Se não estamos, muitas vezes, em paz conosco mesmo, como podemos conquistar a paz com o nosso próximo? Se temos dificuldade em estar em paz, em harmonia com nosso próximo mais próximo, que é a nossa família, como queremos ser dignos de nos sentarmos ao lado do Pai?
Lembrem-se de que somos seres milenares, que já tivemos milhares de vidas, infinitas quedas e ascensões em milhares de reencarnações. O esquecimento do passado não nos permite saber o que somos, o que fomos, os nossos erros e os compromissos assumidos.
Mas pensem que se o Pai coloca um necessitado em seu caminho, não é por acaso. Pensem duas vezes antes de virar as costas a quem cruzar o seu caminho. Façam todo o bem que forem capazes, busquem a prática da caridade e procurem melhorar a cada dia.
Tenham ao menos um pensamento de piedade e de amor, se não forem capazes de estender a mão, ao invés de julgar e criticar.
Para que possamos não estar apenas entre os chamados e sim, entre os escolhidos, por merecimento a estar ao lado do Pai Criador.
Irmão da Cruz (25/09/10)
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