Os horrores de uma guerra são coisas impossíveis de serem esquecidas. Não vou aqui descrever, pois vocês não teriam estômago e não merecem ouvir os detalhes de tudo que eu vi.
É indescritível o desespero que toma conta dos soldados no front, do medo da morte que sentimos, da saudade dos nossos, do medo de nunca mais voltar para casa, de ver aqueles que amamos.
É impossível sair ileso de uma guerra, mesmo para os que sobrevivem, mesmo para os que vencem.
Quando me alistei, tinha um idealismo em defender a minha Pátria, a minha Nação. Achava que eu poderia ser útil lutando pelo meu país, achava que eu seria mais homem se fosse para a guerra, lutar e combater o inimigo.
Mas quem é o inimigo? Quem tem a razão quando duas ou mais nações entram em guerra? Cada um vê, pela ótica limitada da Terra, somente o seu lado, as suas verdades, a sua razão. Mas numa guerra, não há vencedores. Todos saem perdendo, vidas são devastadas, sonhos são destruídos.
Militares e civis, culpados e inocentes, todos saem perdendo.
A humanidade sempre lutou, sempre guerreou, desde a Antiguidade até os dias de hoje. Em nome da honra, do poder, das conquistas de territórios, da hegemonia de uma raça que se julga superior à outra, da luta por riquezas, por ideais, por liberdade e justiça, cada um tem suas razões e seus motivos para justificar a guerra.
Mas se somos todos irmãos, filhos de um mesmo Pai, herdeiros de uma história e de um futuro que precisamos construir, que pode ser bom ou ruim, por que destruirmos a nós mesmos, por que matar, por que escravizar, dominar e conquistar?
Que insanidade é esta que impulsiona o homem à vingança, ao ódio, à matança, sem muitas vezes nem saber direito pelo que estamos lutando?
Os grandes, que governam, que comandam e articulam as guerras, estão lá, seguros, assistindo de camarote a morte e a matança de seus soldados.
Crianças e jovens empunhando armas, lutando por causas que não são suas. Ate quando o homem vai se destruir desta forma? Até quando vamos chorar o sangue derramado de inocentes?
E as guerras civis que vemos nas ruas, a violência que nos apavora, as drogas que invadiram os nossos dias, os noticiários?
E as batalhas domésticas com nossos familiares, colegas de trabalho?
E nossos conflitos íntimos? Não entendemos nem controlamos muitas vezes nem a nós mesmos.
A batalha entre a luz e as trevas, entre o bem e o mal também sempre existiu.
Às vezes parece que as trevas estão ganhando força, estão predominando. Mas isto é ilusório, transitório, passageiro. Deus não permitirá que seus filhos permaneçam para sempre no mal e na escuridão.
Por mais que demore, por mais sofrimento que haja, após a tempestade vem a bonança, após uma noite escura, o sol raia glorioso.
Os ensinamentos de Jesus não foram até hoje compreendidos, mas há muitos que já despertaram e tantos outros que estão no caminho certo, na busca de melhora interior, de reforma íntima e na busca de fazer o bem.
Tudo acontece no tempo certo, sob a regência do Divino Criador.
Mas a luz sempre triunfará no final e todos aqueles que tiverem olhos para ver e ouvidos para escutar, todos que quiserem seguir um novo caminho, todos que quiserem permanecer na luz serão bem vindos!
É indescritível o desespero que toma conta dos soldados no front, do medo da morte que sentimos, da saudade dos nossos, do medo de nunca mais voltar para casa, de ver aqueles que amamos.
É impossível sair ileso de uma guerra, mesmo para os que sobrevivem, mesmo para os que vencem.
Quando me alistei, tinha um idealismo em defender a minha Pátria, a minha Nação. Achava que eu poderia ser útil lutando pelo meu país, achava que eu seria mais homem se fosse para a guerra, lutar e combater o inimigo.
Mas quem é o inimigo? Quem tem a razão quando duas ou mais nações entram em guerra? Cada um vê, pela ótica limitada da Terra, somente o seu lado, as suas verdades, a sua razão. Mas numa guerra, não há vencedores. Todos saem perdendo, vidas são devastadas, sonhos são destruídos.
Militares e civis, culpados e inocentes, todos saem perdendo.
A humanidade sempre lutou, sempre guerreou, desde a Antiguidade até os dias de hoje. Em nome da honra, do poder, das conquistas de territórios, da hegemonia de uma raça que se julga superior à outra, da luta por riquezas, por ideais, por liberdade e justiça, cada um tem suas razões e seus motivos para justificar a guerra.
Mas se somos todos irmãos, filhos de um mesmo Pai, herdeiros de uma história e de um futuro que precisamos construir, que pode ser bom ou ruim, por que destruirmos a nós mesmos, por que matar, por que escravizar, dominar e conquistar?
Que insanidade é esta que impulsiona o homem à vingança, ao ódio, à matança, sem muitas vezes nem saber direito pelo que estamos lutando?
Os grandes, que governam, que comandam e articulam as guerras, estão lá, seguros, assistindo de camarote a morte e a matança de seus soldados.
Crianças e jovens empunhando armas, lutando por causas que não são suas. Ate quando o homem vai se destruir desta forma? Até quando vamos chorar o sangue derramado de inocentes?
E as guerras civis que vemos nas ruas, a violência que nos apavora, as drogas que invadiram os nossos dias, os noticiários?
E as batalhas domésticas com nossos familiares, colegas de trabalho?
E nossos conflitos íntimos? Não entendemos nem controlamos muitas vezes nem a nós mesmos.
A batalha entre a luz e as trevas, entre o bem e o mal também sempre existiu.
Às vezes parece que as trevas estão ganhando força, estão predominando. Mas isto é ilusório, transitório, passageiro. Deus não permitirá que seus filhos permaneçam para sempre no mal e na escuridão.
Por mais que demore, por mais sofrimento que haja, após a tempestade vem a bonança, após uma noite escura, o sol raia glorioso.
Os ensinamentos de Jesus não foram até hoje compreendidos, mas há muitos que já despertaram e tantos outros que estão no caminho certo, na busca de melhora interior, de reforma íntima e na busca de fazer o bem.
Tudo acontece no tempo certo, sob a regência do Divino Criador.
Mas a luz sempre triunfará no final e todos aqueles que tiverem olhos para ver e ouvidos para escutar, todos que quiserem seguir um novo caminho, todos que quiserem permanecer na luz serão bem vindos!
Frédéric (12/02/11)
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