Mensagem - Ulisses

sábado, 12 de novembro de 2011



A semeadura é livre, mas a colheita é obrigatória. Cada atitude, cada ato bom ou mau que praticamos é uma semente que plantamos no terreno da nossa vida.
E cedo ou tarde a vida nos cobrará a colheita destes frutos que, de acordo com as sementes que plantamos, poderão nos trazer alegrias ou dissabores.
Por isso a importância da vigilância de nossos pensamentos, da reflexão sobre nossas atitudes, do caminho que escolhemos seguir.
Deus nos ajuda, nos ampara, nos ilumina o caminho se estivermos receptivos a essa ajuda, pois temos liberdade de escolha. Deus não nos obriga a nada. Depende de nós a escolha de nossos atos, do caminho a seguir.
A responsabilidade por nossas escolhas é única e exclusivamente nossa. A estrada do bem, da redenção, da felicidade pode estar à nossa frente, mas se nossos olhos estiverem fechados para a luz, cegos pela maldade, pela inveja, pela desilusão e pelo desânimo, não a veremos e continuaremos perdidos no erro e no sofrimento.
Quanto sofrimento poderia ser evitado se nos ligássemos com o Plano Espiritual Superior, com nosso Mestre Jesus, com nosso Pai Criador.
Quantos séculos de dor e de atraso no nosso progresso poderiam ser avançados mais rapidamente se não nos recusássemos a ver o que muitas vezes está diante de nossos olhos. Mas nossa teimosia, nossa ignorância e pouca fé nos impelem muitas vezes para os abismos mais profundos e obscuros, atravancando nosso progresso e nos induzindo ao erro.
Mas para todos chegará o dia em que a verdade, a luz, a bondade e o amor do Cristo nos tocarão e nos farão avançar em direção à evolução, à ação no caminho do bem, do perdão e da caridade.
Plantem luz, alegria e compreensão e colherão os frutos benditos desta semeadura.
Abram os olhos para a luz, para o amor, para perdão aos outros e a nós mesmos. Deixem o passado para trás, olhem sempre para a frente. Não importa o que fomos, o que passou ficou para trás. Aprendamos com nossos erros, com nosso passado que nem sempre  foi feliz, nem sempre nos levou pelos caminhos corretos.
Mas o que importa é o que estamos fazendo agora para nos melhorar, para nossa reforma interior, para que possamos um dia no futuro estarmos mais próximos do Pai Criador, que não nos abandona e não nos desampara jamais, mesmos nos momentos mais difíceis em que muitas vezes julgamos que estamos sozinhos.
Muita força, fé e confiança. Esperança no futuro e na evolução do nosso planeta.
Graças a Deus.
Um abraço do amigo de sempre,
Ulisses 

Primavera



Primavera, estação das flores, do verde, dos pássaros.
Frescor, brisa, orvalho. Manhãs ensolaradas, almas abençoadas com um espetáculo de vida, de cores, uma verdadeira festa de luz, de amor e perfeição do Pai Criador.
As flores enfeitam nossos olhos, nossas casas, nossas vidas, mas a verdadeira primavera tem que ser cultivada dentro de nós mesmos, através da alegria, de bons pensamentos, de gratidão pela vida, pela saúde, pelo amor de Deus por nós
A verdadeira primavera é na nossa alma, no nosso coração, cada vez que fazemos algo de bom para alguém, cada vez que olhamos para a grandeza da criação com sentimento de gratidão e de amor.
Que Deus, em sua imensa bondade e misericórdia, nos abençoe e faça de todos os nossos dias primavera de luz e de vida.

Graças a Deus.

Irmã Maria Candida 

Mãos de luz

sábado, 5 de novembro de 2011



Grande ou pequenino
Aflito, necessitado
Haverá sempre uma mão amiga
Que estará ao nosso lado

Quando a estrada está escura
E nada parece haver
Além do medo e do desespero
Haverá sempre uma mão a se estender

Mãos benditas, mãos de luz
Que iluminam nossos caminhos
Mãos que acalentam e acalmam
E nos mostram que nunca estamos sozinhos

Seja você também uma mão amiga
Seja na vida de alguém uma mão de luz
Mãos que ajudam e trabalham
Mostrando o caminho que é Jesus

João de Deus

Mensagem - Irmão da Cruz



Que o homem se compadeça do homem...
Que a compaixão e o amor floresçam na humanidade.
Quantas misérias e quanto sofrimento poderiam ser evitados se houvesse fraternidade e amor, se os homens se amassem verdadeiramente como irmãos, se pudesse enxergar além da matéria, além dos laços de carne, além do contexto social em que estão inseridos.
Aos olhos da matéria nem tudo faz sentido, há muito individualismo e egoísmo, cada um olhando para os seus, lutando pelos próprios interesses, muitas vezes em detrimento dos direitos e interesses dos outros.
O problema de um estranho, para a maioria das pessoas, não lhe diz respeito, às vezes até o compadece, até o comove, mas nada se faz.
Muito pouco fazemos pelos nossos semelhantes, pelos nossos irmãos perante Deus, mas estranhos perante a perspectiva material.

 
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