No emaranhado das vidas que nós
mesmos criamos através das nossas atitudes, com a nossa insensatez,
intolerância e com a nossa desprezível conformidade com as coisas que não estão
conformes com as Leis Divinas, perdemos o fio da meada.
O
emaranhado vai crescendo de tal forma que nós nos perdemos nele próprio e
perdemos grandes oportunidades de amar e servir a Deus, à Pátria e ao próximo.
Então
ficamos surpresos com os resultados que se nos apresentam.
Achar
o fio da meada e desembaraçar tudo que embaraçamos não será fácil. Porém, é um
trabalho que terá que ser feito, custe o quer custar. É um trabalho nosso, cabe
a nós fazê-lo.
Deixar
para quando der, ou quando houver tempo disponível, não é uma atitude coerente.
O momento é agora, o tempo já foi ontem.
Hoje
colhemos frutos de um pretérito desregrado e inconseqüente e que não promete
bons frutos para um futuro que desejamos seja promissor.
Mas
desejar apenas não é tudo. Há que se trabalhar muito com convicção para que se
encontre o fio da meada e com muita paciência, trabalho e amor, formar um
novelo firme, compacto. E com ele, possamos então fiar um novo tecido
O tecido de uma sociedade
mais justa, serena e consciente, voltada para as leis do amor, respeito,
igualdade e justiça, que há séculos desejamos e não buscamos.
Que as Leis Divinas façam
parte deste novo “tecido”.
Que a educação global e a
formação espiritual de cada ser, sejam o ponto chave para que realmente isso
venha a acontecer.
Haverá
tempo? – Sim, com certeza, talvez outro século. Mas devemos iniciá-lo já.
Dentro de nós, de nossos lares, de nossas famílias, em nossos ambientes de
trabalho.
Esperamos
que o trabalho seja feito.
Então
no futuro, não teremos que lamentar e sim glorificar a Deus pelo trabalho
concluído.
Que
o Senhor dos mundos nos oriente e nos guie neste nosso mundo tão conturbado.
Que
o Senhor tenha compaixão e complacência conosco. Vamos precisar muito!
Ulisses
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