Terra, este útero materno, gigante que recebe e
fecunda todas as sementes.
Brota de ti a vida a todo
instante, para nos saciar e nos tornar sobreviventes.
Que
seria desta humanidade sem a tua magnitude? Sem a tua fecundidade? Sem a tua bondade?
Tudo
nasce de ti. Do teu poder supremo tiramos o remédio, o alimento, o oxigênio, o
perfume, a energia plena da vida.
Em
ti formam-se os leitos das águas. Em ti as árvores se agarram confiantes. Em
teu seio desenvolvem–se os minerais, as rochas, os cristais.
Terra querida, és um útero
gigante que gera constantemente a vida.
Precisamos
aprender a amar-te, antes que nós mesmos venhamos a matar-te com a nossa
insensatez.
Perdoa-nos
mãe, pela ingratidão de seus filhos!
Rogo
a Deus para que te salvemos de nós próprios e aprendamos a cuidar de ti!
Irmão da Cruz
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