De dia ando
De noite tardo
De tarde adormeço
Mas não me largo
Não me deixo entregar
Pelo mundo eu vou
Caminhando sem rumo
Caminhando sem parar
Levo a vida, leve e solto
Como uma folha ao vento
Voando ao sabor da brisa
Com a leveza por dentro
Não me digam o que fazer
Não me digam aonde ir
Sou dono do meu destino
Sou livre como um menino
O céu é o meu limite
Para mim não há fronteiras
Para o espírito não há barreiras
Sou cidadão do mundo
Sou livre, o Universo é minha Pátria
Deus é o meu leme
E Jesus, a minha estrela guia
Trago a bandeira da liberdade como meu estandarte
A liberdade de pensar
A liberdade de amar
A liberdade de seguir
Caminhando com os próprios pés
Aonde o vento me levar
Aonde a vida assim quiser
Mas sempre com a certeza de que não estou sozinho
Com a certeza de que Deus olha por mim
De que se estiver no caminho certo
Ele sempre estará por perto
Meu coração apesar de tudo
Às vezes é inquieto
Às vezes questiona o que está por vir
Sinto dentro de mim
A ânsia de saber
A ânsia de conhecer mais
De conhecer novos caminhos
De desbravar novos horizontes
Às vezes trôpego,
Outras vezes firme
Mas eu sempre me levanto
Não me deixo cair,
Não me deixo no chão ficar
Vou adiante, seguindo pra qualquer lugar
Sou livre, sou errante
Sigo a vida sem cessar
Dia após dia
Hora após hora
Minuto a minuto
Para junto de ti, Pai, chegar.
Um cidadão do mundo
Cidadão do Mundo
sábado, 19 de dezembro de 2009
Um novo olhar
Belo é o céu no fim da tarde
Belo é o mar que nossa alma invade
Belo é o sol que nos aquece
Bela é a chuva que do céu desce
Bela é a obra de Deus Pai Criador
Belo é o exemplo de Jesus, de humildade e amor
Belo é o sentimento de amizade fraterna
Belas são as flores que desabrocham na primavera
Belo é o coração que emana luz
Belo é o exemplo de nosso Mestre Jesus
"Amai-vos uns aos outros como eu vos amei.
Transformai a Terra no Paraíso que eu sempre sonhei".
União, fraternidade, humildade e fé.
Esperança num mundo melhor.
João de Deus
Depoimento - Patrick
sábado, 6 de junho de 2009
Depoimento - Jussara
Depoimento - Pamela
sábado, 23 de maio de 2009
Luz e trevas
sábado, 2 de maio de 2009
Depoimento - João Carlos
sábado, 25 de abril de 2009
Plantio bendito
sábado, 18 de abril de 2009
Depoimento - Paulo
sábado, 11 de abril de 2009
“Amar a Deus sobre todas as coisas. Amar ao próximo como a ti mesmo.” Que este ensinamento do Cristo, que resume toda a Lei Mosaica, seja nossa estrela guia, nosso norte e esteja presente em cada momento de nossas vidas.
Que a oração seja constante, que a prática do Evangelho seja nosso objetivo de vida.
O amor é inerente ao ser humano como parte que somos do Pai Criador.
Toda criatura, por pior que seja, possui, ainda que em estado latente, o amor dentro de si, seja por um ente querido, seja por um animal de estimação, por uma planta. Todo ser humano traz dentro de si uma centelha do amo Divino, que só precisa de tempo para germinar.
Que o amor de Deus possa tocar todas as criaturas viventes e que o amor do Cristo renasça diariamente em cada coração.
Anselmo (11/04/09)
Depoimento - Alice
O poder do amor
Depoimento - Cristina
sábado, 4 de abril de 2009
Gratidão ao Criador
sábado, 21 de março de 2009
Depoimento - Amadeu
Depoimento - Sandra
sábado, 14 de março de 2009
Depoimento de uma mãe - Márcia
sábado, 7 de março de 2009
Eu não consegui salvar meu filho. Mas morri tentando defendê-lo, como fiz a minha vida toda, desde que ele nasceu, desde que ele saiu de dentro de mim.
Só quem é mãe pode entender o que se passa num coração de mãe quando vê o filho sofrer, quando vê o filho correndo perigo.
E vocês não têm idéia do que eu passei e das coisas que tive de enfrentar para defender o meu filho dos traficantes.
Nós morávamos numa favela, num morro dominado por traficantes. A lei do morro é assim: todo mundo sabe o endereço dos traficantes, todo mundo sabe o que acontece, mas ninguém denuncia, ninguém abre a boca senão morre, senão pode ter problemas.
E eu sabia do perigo que o meu filho corria vivendo naquele ambiente, convivendo com pessoas envolvidas com o tráfico e usuários de drogas.
Mas o que eu podia fazer? O que eu podia fazer, se eu não tinha condições de sair dali, se a gente não tinha condições de morar em outro lugar, longe de tudo aquilo?
Quando ele era pequeno era mais fácil, eu conseguia tê-lo por perto, dentro de casa, sob os meus olhos atentos.
Mas quando ele cresceu um pouco mais, antes mesmo de chegar à adolescência, ele ganhou a liberdade e conquistou o direito de brincar na rua, de ir sozinho à escola.
Eu trabalhava o dia todo, saia muito cedo e só chegava em casa à noite. Uma vizinha me ajudava a cuidar dele, mas ela também tinha os seus afazeres e não conseguia saber com detalhes o que ele fazia o dia todo. Quando ele era pequeno ficava na creche e eu levava e buscava, mas quando ele ficou maior, teve que deixar a creche e foi para a escola. Mas a escola ocupava o tempo dele só parte do dia. O restante ele ficava com esta vizinha até eu voltar, mas ele tinha os amigos, brincavam na rua, se divertiam.
E aí começaram os problemas. Ele acabou conhecendo uns meninos que já tinham experimentado drogas e que achavam o barato legal e ofereceram para o meu filho.
Eu conversava muito com ele em casa, tentando alertá-lo sobre o perigo das drogas, sobre as más companhias, mas ele era apenas um menino e na maior parte das vezes não me dava muita atenção.
Quando eu percebi que ele estava envolvido já era tarde, ele já era quase um homem e eu não conseguia mais segura-lo.
Ele chegou a me agredir, tanto com palavras quanto fisicamente, ensandecido pelo efeito das drogas.
Eu tentava impedi-lo de sair de casa, tentava chamá-lo para a realidade, para acordá-lo desta loucura e traze-lo volta para junto de mim.
Cheguei à loucura de procurar os traficantes e proibi-los de vender drogas para o meu filho, de ameaçá-los dizendo que eu os denunciaria para a polícia se eles não deixassem o meu filho em paz, se eles não deixassem que eu tentasse recuperar meu filho.
E é claro que eles riram na minha cara, me chamando de velha louca e estúpida, me ameaçando que se eu não parasse de me meter nos negócios deles, que se eu não deixasse livre o caminho deles, eu teria que arcar com as conseqüências, que não seriam nada boas para mim.
Eu contei tudo para o meu filho, implorei que ele deixasse de usar drogas, que ele se afastasse desse caminho, que ele voltasse para o nosso lar, para a nossa vida antiga, feliz. Mas ele estava muito viciado e não me ouviu.
E eu não podia ver meu filho se destruindo e não fazer nada e procurei a policia. Mas por ironia do destino, os policiais que me atenderam estavam envolvidos até a alma com os traficantes, com a propina que recebiam deles para que o tráfico continuasse correndo solto no morro e fora dele e vocês já sabem o meu fim.
Os traficantes ficaram sabendo o que eu fiz e armaram uma emboscada para mim.
E foi assim que eu morri. Meu desespero foi tão grande por não poder mais tentar proteger o meu filho, que agora estava sozinho no mundo, sem ninguém para olhar por ele.
Eu queria continuar do lado dele, eu queria tirá-lo dessa vida, mas agora que eu não tinha um corpo, que ele não conseguia me ver nem me ouvir, tudo parecia ainda mais difícil. Desesperada, sem saber o que fazer, só me restava rezar. E orei fervorosamente à Nossa Mãe Santíssima, que como mãe da humanidade e mãe de Jesus, saberia entender meu coração amargurado e oprimido.
Desde que eu morrera, eu não conseguira me desligar do meu filho e não encontrava sossego, pois não consegui seguir em frente e partir. Permaneci em minha antiga casa, ao lado dele, tentando influencia-lo com palavras boas, com pensamentos positivos, mas nada adiantava, ele não me ouvia. Também, era de se esperar, pois ele não me ouvia nem quando eu ainda estava viva, ao seu lado.
Mas nesse dia em que orei, cansada, desesperada e sem esperança, amigos espirituais me socorreram e me convenceram a seguir com eles para que eu pudesse me recuperar, me fortalecer e prometeram que meu filho não ficaria desamparado.
Eu concordei e segui com eles. Pouco tempo depois, meu filho também desencarnou, vítima de uma overdose e, com a graça de Deus e da nossa Mãe Santíssima, ele foi socorrido e eu tive a oportunidade de visita-lo e ficar ao seu lado na estação de tratamento.
Hoje estou bem, meu filho está se tratando e em fase de recuperação. O amor de mãe é um amor que rompe as barreiras da morte, rompe todas as fronteiras para ver o filho feliz, para que o filho não sofra.
Mães, amem com toda força que tiverem, os seus filhos, apóiem, instruam, eduquem, estejam próximas deles, ganhem a confiança deles e façam tudo o que puderem para que eles não se aproximem desta chaga monstruosa que destrói famílias, que destrói sonhos, que destrói vidas.
Márcia
Orgulho, vaidade e egoísmo
sábado, 28 de fevereiro de 2009
Depoimento - João Pedro
Depoimento - Priscila
Depoimento - Carla
sábado, 14 de fevereiro de 2009
Juventude em perigo
Depoimento - Marcos Vinícius
sábado, 7 de fevereiro de 2009
Depoimento - Marcelo
Depoimento - Amilton
sábado, 24 de janeiro de 2009
Quisera
sábado, 3 de janeiro de 2009
Depoimento - Cibelle
Depoimento - Celina